domingo, 24 de julho de 2016

CEPEA: mês de estabilidade para a arroba

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Os valores do boi gordo seguem praticamente estáveis há um mês no mercado paulista. Desde o dia 24 de junho, os preços da arroba no estado vêm oscilando entre R$ 155,00 e R$ 156,00. Segundo pesquisadores do Cepea, representantes de frigoríficos entram no mercado para adquirir novos lotes de boi gordo apenas quando há necessidade. Nos dias seguintes, esses compradores se afastam do mercado. Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php Esse movimento resulta em ligeiras oscilações nos preços. Entre 13 e 20 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo recuou 0,4%, passando para R$ 155,85 nessa quarta­feira, 20. Com informações do CEPEA

Polpa cítrica já subiu mais de 50%

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Os preços da polpa cítrica estão firmes e em alta desde o começo do ano. De janeiro a julho, o aumento acumulado é de 51,0% nos preços em São Paulo. A demanda pelo insumo é grande, em função do milho valorizado. Do lado da oferta, a disponibilidade melhorou em relação aos meses anteriores, com o avanço da safra de laranja e processamento da fruta, mas continua aquém da procura. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a tonelada da polpa peletizada está cotada, em média, em R$571,00, sem o frete, em São Paulo. A alta foi de 1,2% em julho, em relação a junho. Na comparação com julho do ano passado, o pecuarista está pagando 50,3% a mais pelo alimento concentrado. Em curto prazo, a expectativa é de preços firmes para o produto, a exemplo do mercado de milho, porém, os espaços para novas altas são menores, em função do patamar elevado de preço do insumo. Com informações da Scot Consultoria.

Governo baixará imposto sobre milho importado

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O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller, anunciou que o governo vai conceder isenção de PIS/Confins para a importação de milho. Segundo Geller, a medida será publicada nos próximos dias e deve durar de três a seis meses. Em entrevista ao Canal Rural, ele afirmou que o objetivo do governo é garantir o abastecimento da agroindústria. “Nós queremos avisar o agricultor que o preço está alto e que ele deve jogar milho no mercado, porque, depois de criado o corredor de exportação, vai ser difícil para o Centro­Oeste competir”, diz Geller. Os principais beneficiários da medida são criadores e indústrias que já estão importando o grão da Argentina e do Paraguai para suprir a limitada oferta em suas regiões. Apesar de a alíquota de importação nos países do Mercosul ser zero, milho trazido de fora tem a incidência de 1,65% de PIS e de 7,6% de Cofins. "Considerando o preço médio de importação nos últimos três anos, de US$ 149,40 a tonelada, a incidência dos tributos de 9,25% representa um custo adicional de US$ 13,80 por tonelada. Esses tributos geram acréscimo aos importadores do cereal", disse em nota Neri Geller. O ministério estima que por causa do clima desfavorável o Brasil deixará de colher 11,6 milhões de toneladas de milho na segunda safra. A produção deve ser de 43 milhões de toneladas. A avicultura e suinocultura representam, respectivamente, 52% e 25% da demanda nacional, afirmou Geller, lembrando que esses setores são "dependentes do comportamento do mercado de milho na formação de suas receitas". Em média, o grão representa 70% do custo da ração das aves. Balcão Outra medida anunciada pelo secretário é o aumento do limite de venda de milho balcão. Para as regiões Centro­Oeste, Sudeste e Sul, o limite por CPF vai sair de 6 toneladas para 14 toneladas de milho. Já para o Nordeste e o Norte, passaria de 6 toneladas para 10 toneladas. Com informações do Canal Rural.

Arroba: o que segura os preços?

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A oferta de boiadas ainda é limitada, porém, o escoamento da carne bovina está lento. Este fator é agravado pela proximidade com o final do mês, período em que a população está menos capitalizada. Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php No mercado atacadista de carne com osso, os preços estão estáveis. Há relatos de indústrias tentando negociar o boi casado por preços menores que a referência atual para aliviar os estoques elevados. A situação de consumo é crítica e impede que o mercado do boi gordo suba. As margens de comercialização seguem, há meses, próximas das mínimas históricas registradas para este indicador, principalmente a margem do Equivalente Scot Carcaça. Com informações da Scot Consultoria.

domingo, 17 de julho de 2016

Arroba: pressão de baixa segue

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Mercado do boi gordo estável em São Paulo, porém, persiste o viés baixista. No panorama geral, considerando o macho terminado, houve desvalorização em quatro das trinta e uma praças pesquisadas pela Scot Consultoria. No Sul do Tocantins, a arroba do macho pronto para o abate está cotada em R$130,00, à vista, recuo de 1,5% em sete dias. Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php O cenário de lento escoamento da carne no atacado e margens estreitas colabora com as tentativas de compra abaixo da referência que têm sido observadas nas últimas semanas, porém, as quedas são limitadas pela pequena disponibilidade de animais terminados. O Equivalente Scot Desossa, que aponta a receita dos frigoríficos que fazem desossa, indica margem de comercialização de 11,9% frente ao preço pago pelo boi, queda de 12,8 pontos percentuais desde o início do ano. Com informações da Scot Consultoria.

Reposição: mercado estável

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Após onze semanas de queda, os preços ficaram estáveis no mercado de reposição. Desde o início do ano, na média de todas as categorias de machos anelorados e estados pesquisados pela Scot Consultoria, os preços estão, em média, 2,8% menores. Destaque para as categorias mais jovens, que apresentaram queda de 3,6% Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php. A maior oferta frente à demanda é o principal fator que colabora para este cenário. A combinação de pastagens secas, que faz com que o criador e recriador busquem venda rápida e afasta a compra, os preços historicamente desfavoráveis e as incertezas quanto ao mercado do boi gordo são fatores que influenciam a menor demanda. Na Bahia, o boi magro (12@) e o bezerro desmamado (6@) estão cotados em R$1.690,00 e R$1.000,00 por cabeça. Valores 12,0% e 14,5% menores, respectivamente, frente ao mesmo período do ano passado. Em curto prazo a expectativa é de pequenas quedas nos preços do mercado de reposição. Por outro lado, o mercado futuro aponta preços firmes no mercado do boi gordo, o que deve continuar melhorando o poder de compra do recriador e invernista. Com informações da Scot Consultoria.

Dia do Pecuarista: muito a comemorar

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A cadeia produtiva brasileira da carne bovina movimenta cerca de R$ 167,5 bilhões, por ano, e gera aproximadamente 7 milhões de empregos. O setor produz 9,5 milhões de toneladas, sendo 7,6 milhões destinadas ao mercado interno e 1,8 milhão exportadas para mais de 140 países, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Nos próximos cinco anos, o Brasil pode ser o maior produtor de carne bovina do mundo, superando os Estados Unidos, que atualmente ocupam o primeiro lugar no ranking. Diante desses dados, o Brasil tem motivos de sobra para celebrar o Dia Nacional do Pecuarista, comemorado nesta sexta (15/07). A data foi instituída pela Lei n° 11.716/2008. Informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o rebanho bovino brasileiro possui mais de 212 milhões de cabeças. Os cincos maiores estados produtores são: Mato Grosso, com 28 milhões de cabeças; Minas Gerais, com 23 milhões; Goiás, com 21 milhões; Mato Grosso do Sul, com 21 milhões e Pará, com 19 milhões. O rebanho nacional é formado por raças zebuínas, taurinas e asiáticas, tanto para produção de carne, quanto para produção de leite. Com aptidão para corte, nas zebuínas, considera­se predominantemente a raça nelore, seguida da guzerá, brahman, tabapuã, sindi e indubrasil. Entre as principais raças taurinas estão a aberdeenangus, hereford & braford, brangus, simental, limousin, charolês e a raça wagyu, de origem asiática. E com habilidade para leite são criadas as raças zebuínas gir leiteiro e girolando e as raças taurinas holandesa e jersey. Com informações da CNA. Parabéns aos pecuaristas brasileiros, que lutam contra tantas adversidades, pelo seu dia!