domingo, 16 de outubro de 2016

CEPEA: mercado lento para o boi gordo

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O ritmo de negócios segue lento no mercado de boi gordo. No spot, a oferta de animais prontos para abate continua limitada, mas, segundo pesquisadores do Cepea, alguns frigoríficos têm menos urgência de compra, visto que vêm recebendo animais de contratos. Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php O Indicador ESALQ/BM&FBovepa do boi gordo caiu 0,88% entre 4 e 11 de outubro, fechando a R$ 151,06 na terça­feira, 11. Quanto às exportações de carne bovina in natura, os embarques cresceram 12,8% de agosto para setembro, impulsionados pelas vendas ao Egito, que tem sido o principal destino da carne bovina brasileira neste ano. Entre janeiro e setembro, 152,9 mil toneladas foram exportadas para aquele país, de acordo com dados da Secex. Com informações do CEPEA.

Arroba em alta no Paraná

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Mercado do boi gordo com preços firmes no Paraná. Nos últimos trinta dias houve valorização de 2,0% no estado. Para a vaca gorda o cenário é semelhante. Em um mês a valorização foi de 4,3%. A oferta reduzida de animais terminados e consequentemente a dificuldade em alongar as escalas colabora para que as indústrias paguem valores acima da referência. Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php Na média da região, as escalas dos frigoríficos atendem em torno de cinco dias úteis, com alguns casos com escalas mais apertadas. Com informações da Scot Consultoria.

domingo, 9 de outubro de 2016

Arroba: carne caiu, mas o boi continua a subir

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A oferta limitada de boiadas exerce pressão de alta no mercado e faz com que algumas indústrias, principalmente as de menor porte, que não possuem parcerias e contratos de boi a termo, ofertem preços acima da referência. Em Goiás, por exemplo, a oferta restrita de animais tem resultado em valorização para o boi gordo. Em ambas as praças do estado a arroba do macho terminado ficou cotada em R$141,00, à vista, na última quinta­feira (6/10). Acompanhe as cotações da arroba do boi gordo e da reposição em: www.pecuaria.com.br/cotacoes.php Porém, mesmo com o início do mês, o lento escoamento da carne com osso no mercado atacadista tem causado queda de preços no mercado. O boi casado de animais castrados e inteiros está cotado em R$9,59/kg e R$9,34/kg, respectivamente. Quedas semanais de 1,7% e 2,2%, na mesma ordem. Apesar das desvalorizações da carne observadas nessa semana, o viés do mercado do boi gordo é de alta. Com informações da Scot Consultoria.

Agro trouxe US$ 57,5 bi de superávit para o Brasil

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As exportações brasileiras do agronegócio alcançaram US$ 67,36 bilhões de janeiro a setembro deste ano, crescimento de 0,6% em relação ao mesmo período de 2015. As importações, por sua vez, somaram US 9,79 bi. Com isso, a balança foi superavitária em US$ 57,57 bi. Os dados foram divulgados nesta sexta­feira (7) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Segundo a Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), os produtos de origem vegetal foram os que mais contribuíram para as vendas externas do setor no período. Um dos destaques é o complexo sucroalcooleiro. Só o açúcar cresceu 37,5%, com uma receita de US$ 7,37 milhões. As vendas externas de milho chegaram a US$ 3,13 milhões de janeiro a setembro, 43,8% de aumento na comparação com o mesmo período do ano passado. Em quantidade, a alta foi ainda maior: 52,3% (18,78 milhões de toneladas). A soja em grão teve uma redução de 3,4% na receita (US$ 18,5 bilhões). Segundo a SRI, o motivo é uma queda de 3,5% no preço médio. O setor de carnes somou U$S 10,74 bilhões nas vendas externas, nos nove primeiros meses deste ano. Quase a metade é de carne de frango (48,2%). Depois, vêm a carne bovina (37,7%), carne suína (9,8%) e a carne de peru (2,2%). Em relação ao mesmo período de 2015, apenas a carne suína e a de peru cresceram em valor (+12,2% e +1,8%, respectivamente). Mas, em volume, quase todas as carnes aumentaram, com destaque para a carne suína in natura, que cresceu 41,2% (474 mil toneladas). Em setembro, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 6,91 milhões, o que representa uma queda de 4,5% em relação ao mesmo período de 2015. Já nos últimos 12 meses (outubro de 2015 a setembro de 2016), as vendas externas totalizaram US$ 88,63 bi, 1% de acréscimo sobre o período anterior. Com informações do MAPA.

CNA inspeciona frigoríficos por rastreabilidade

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, na última sexta­feira (30/09), visita de acompanhamento técnico do Protocolo Carne Certificada Hereford, em Bagé (RS). A iniciativa faz parte do acordo de cooperação firmado no ano passado entre CNA e a Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), com o objetivo de certificar a carne produzida desta raça, agregando valor ao produto e garantias ao consumidor. A visita foi feita pelo coordenador técnico do Instituto CNA (ICNA), Carlos Frederico Dias de Alencar, e pelo coordenador dos Protocolos de Rastreabilidade de Adesão Voluntaria, Paulo Vicente Costa, a uma unidade do frigorífico Marfrig no município gaúcho. O acompanhamento inclui várias etapas do processo de rastreabilidade e a coleta de informações técnicas sobre os animais, desde a propriedade de origem até o abate. O objetivo é garantir que a carne comercializada com o nome da raça no rótulo esteja atendendo critérios específicos que conferem maior qualidade aos produtos. A iniciativa deve ser repetida sistematicamente. A intenção é fazer visitas periódicas a frigoríficos que participam dos protocolos de rastreabilidade para monitorar a correta operacionalização dos protocolos. Desta forma, a CNA, responsável pela gestão destes protocolos, visa assegurar a origem da carne brasileira e atender às exigências dos mercados consumidores do produto, a partir de protocolos desenvolvidos com as associações de criadores das principais raças no país. Até agora, seis raças já aderiram à iniciativa: Angus, Braford, Charolês, Hereford, Nelore e Wagyu. Com informações da CNA.

Governo libera importação de milho dos EUA,

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está livre para começar o processo de importação do milho geneticamente modificado dos Estados Unidos. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou no começo da tarde desta quinta, dia 6, o atestado de biossegurança de três variedades, duas da Monsanto e uma da Syngenta. Segundo informações do Ministério, assim que a autorização for publicada no Diário Oficial da União, começará a contar o prazo de 30 dias para contestação da aprovação junto ao Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS). Se não houver contestação, após os 30 dias, os interessados em importar o milho GM devem encaminhar o pedido ao Mapa. Não há limite de volume para importação. Para o diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ariel Mendes, a notícia da liberação é um alívio para os problemas sofridos no mercado interno, com a falta de milho, quebra de safra, preços altos, sobretudo para a suinocultura e avicultura. "As empresas já estão buscando negócios nos Estados Unidos e agora é uma questão de tempo", explica. Mendes avalia que a importação de milho norte­americano é a melhor opção para os produtores do Nordeste e do Espírito Santo, por exemplo. “Podem trazer de fora o grão antes comprado em Mato Grosso e que enfrentava a viagem de caminhão até o destino final”, indica ele. De acordo com a ABPA, já foram importados cerca de um milhão de toneladas de milho da Argentina e do Paraguai. Os Estados Unidos agora são mais uma opção para a abertura do mercado. Esta semana, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados realizou audiência pública para tratar sobre a crise na suinocultura brasileira e a importação de milho foi um dos assuntos comentados. No mesmo dia, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, também reiterou a importância da liberação, na ocasião da reunião­almoço da Frente Parlamentar da Agricultura (FPA). "Esse ano, em função da quebra de mais de 20 milhões de toneladas de grãos, complicou essa cadeia e ainda temos muitos problemas pra ajudar a resolver, como exemplo, a falta de renda que esse setor teve nos últimos meses", afirmou Maggi. As sementes autorizadas são: 1. Monsanto – liberação Comercial do Milho MON 87427, geneticamente modificado para tolerância ao herbicida glifosato; 2. Syngenta – liberação comercial do milho Evento 3272, com finalidade de produção, manipulação, transporte, transferência, comercialização, importação, exportação, armazenamento, consumo e descarte deste OGM e seus derivados; 3. Monsanto ­ liberação Comercial do Milho MON 87460, para efeito de seu uso comercial e seus derivados e quaisquer outras atividades relacionadas a esse produto para fins de alimentação humana ou animal. A informação foi confirmada pela assessoria do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Decisão importante A Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) considerou como uma "decisão importante" a liberação da importação das variedades de milho transgênico. Em nota, a entidade informou que "a medida atende a um dos pleitos da associação, defendido na audiência pública ocorrida no último dia 4, na Câmara dos Deputados, em Brasília". Ainda segundo a ABCS, "a liberação do milho era uma das medidas mais aguardadas pelo setor e será um importante aporte para que os suinocultores reduzam seus custos de produção". O presidente da associação, Marcelo Lopes, explica ainda que o milho é um dos insumos mais importantes para a suinocultura, pois é responsável por 50% dos custos. "Sabemos que o produtor vem amargando prejuízos desde janeiro, principalmente pelo alto custo do grão, e agora esperamos que com essa medida o produtor possa sair do prejuízo e começar a se estruturar para entrar em 2017 mais animado para voltar a ter lucratividade na atividade", comentou. 09/10/2016 Impressão de matérias ­ PECUÁRIA.COM.BR http://www.pecuaria.com.br/printable.php?ver=19768 2/2 Já o presidente da Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs), Valdecir Folador, acrescentou que a liberação do milho norte­americano "traz um fôlego" para o mercado de suínos brasileiro. "Com certeza a medida deixa nossa suinocultura com uma alimentação mais competitiva e, quem sabe, a médio e longo prazos, consigamos cobrir o custo de produção", disse. Com informações do Canal Rural.

Produção de milho será menor que a estimada

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A revisão na produção nacional de milho na passagem de agosto para setembro foi a principal responsável pela nova redução prevista para a safra de grãos no País este ano. A produção de milho será 2,5% menor do que o estimado em agosto, segundo dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de setembro, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "A região do bioma cerrado vem reduzindo a estimativa de produção em função das informações que vão surgindo a cada mês", justificou Carlos Antonio Barradas, gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE. A previsão para a primeira safra de milho encolheu 1,0%, enquanto a estimativa da segunda safra diminuiu 3,4%. A estiagem está por trás das perdas registradas na estimativa de setembro em relação a agosto, sobretudo no caso da segunda safra do grão. "O produtor tende cada vez mais a plantar a soja na primeira safra, porque é mais rentável. Então normalmente já reduz a área de milho de primeira safra. Além disso, o milho pegou um pouco da seca no primeiro semestre que atingiu o bioma cerrado. O milho de segunda safra pegou um período de seca muito maior", explicou Barradas. A produção total de milho foi estimada em 63,8 milhões de toneladas. A primeira safra de milho deve totalizar 24,3 milhões de toneladas, enquanto a segunda safra deve responder por 39,5 milhões de toneladas. Com informações do Diário de Cuiabá.